"A maioria das pessoas querem tocar-se, consumir-se nas ideias do 'tem de ser'...
E empurram-se sem respeito pelo seu ego controlador e sinistro...
E eu tenho um Xilofone, que aparentemente...
Não foge da minha alma, e logo portanto nâo tem medo dela
Ele toma-me de música e extâse e os seus dedos,
O seu corpo sinfónico tomam-me, repetidamente numa energia original, e essas notas que ele toca
Mansas, suaves, involuntárias, têm uma força tremenda...
Porque quando os dedos dele passam no xilofone
Tudo está no seu lugar e eu surpreendo-me porque me respeito, e porque faço acima de qualquer coisa, parte do que é melhor para mim...
Fecho os olhos
Sinto o meu peito
Sinto a minha intuição
E HÁ PAZ
HÁ COERÊNCIA ENERGÉTICA
HÁ AQUELE SENTIMENTO...de que esta música, não poderia tocar noutro lugar qualquer....
E se eu sinto isso, é porque está certo."
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
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